Panamerican Journal of Trauma, Critical Care & Emergency Surgery

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VOLUME 6 , ISSUE 3 ( September-December, 2017 ) > List of Articles

ORIGINAL ARTICLE

Red Wave: Improving Care to Severe Trauma Victims

Ana C Romeo, Andre G Cunha, Pedro S Filho, Victor Oliveira, Thiago Moura, Jorge Motta, Gustavo Mendes, Marcio R Cruz

Citation Information : Romeo AC, Cunha AG, Filho PS, Oliveira V, Moura T, Motta J, Mendes G, Cruz MR. Red Wave: Improving Care to Severe Trauma Victims. Panam J Trauma Crit Care Emerg Surg 2017; 6 (3):155-159.

DOI: 10.5005/jp-journals-10030-1186

License: CC BY 3.0

Published Online: 01-12-2017

Copyright Statement:  Copyright © 2017; Jaypee Brothers Medical Publishers (P) Ltd.


Abstract

Objectives

To describe the results of a systematic, rapid, and effective method of communication for the definitive treatment of patients with severe traumatic bleeding.

Materials and methods

The Red Wave was developed to improve communication between the emergency department and other strategical processes and to reduce the time from the arrival of severe traumatic hemorrhagic patient to a definitive treatment in the operating room.

On admission, the traumatized patient is seen by the nursing staff in the Red Room, who trigger a general bell indicating the arrival of a severe trauma patient.

The surgeon activates the red bell, which triggers an audible and visual alarm at strategic sectors of the hospital: operating center, transfusional agency, and laboratory, each one with its established sub-protocol. We defined as goals that the patient must arrive at the operating room in a maximum of 15 minutes after the Red Wave activation, with availability of blood and plasma in 20 minutes and blood tests collected at the same time. A light panel located in the surgical center turns off at each completed step, recording their time-responses.

Results

From June through December 2015, we admitted 831 trauma patients in the Red Room of Hospital do Suburbio, predominantly young (67.9% younger than 40 years old) and male (77.5%). Blunt trauma was the predominant mechanism (79.2%), and the majority of patients had an revised trauma score (RTS) calculated at admission greater than 7 (86.5%).

We also evaluated, from September through December 2015, the attendance of 96 patients admitted with a diagnosis of hemorrhagic traumatic shock. The Red Wave was triggered in 39.6% of these cases. Gunshot wounds were the most frequent mechanism of trauma (86.5%), with a survival rate of 56.8%.

The goals for time-responses were met in most of the cases, with correctness of 81.6% for the patient arrival at the operating room, 81.6% for laboratory sampling, and 86.8% for blood and plasma availability by the transfusion agency.

Conclusion

The Red Wave proved to be an effective protocol to systematize the initial treatment of patients with severe traumatic bleeding, improving communication between the strategic sectors involved, reducing the time-response of each service and making the definitive treatment of these patients faster and suitable.

How to cite this article

Romeo AC, Cunha AG, Filho PS, Oliveira V, Moura T, Motta J, Mendes G, Cruz MR. Red Wave: Improving Care to Severe Trauma Victims. Panam J Trauma Crit Care Emerg Surg 2017;6(3):155-159.

Objetivo

Descrever resultados de meio de comunicação sistemático, rápido e efetivo para tratamento definitivo de pacientes com trauma hemorrágico grave.

Materiais e métodos

A Onda Vermelha foi desenvolvida para melhorar a comunicação entre o departamento de emergência e outros setores estratégicos do hospital e reduzir o tempo entre a chegada do paciente com trauma hemorrágico grave e o tratamento cirúrgico definitivo.

O paciente traumatizado é avaliado na admissão pela enfermagem responsável pela sala vermelha que ativa campainha indicando a chegada de paciente traumatizado grave.

O cirurgião após avaliação do paciente aciona uma campainha vermelha que dispara um sinal sonoro e visual em setores estratégicos do hospital, cada um com seus sub-protocolos preestabelecidos. Definimos como objetivos a chegada do paciente ao centro cirúrgico em 15 minutos após o acionamento da Onda Vermelha, havendo disponibilidade de concentrado de hemácias e plasma fresco congelado e coleta de exames laboratoriais em 20 minutos. Uma luz do painel luminoso no centro cirúrgico apaga a cada etapa completada, gravando os tempos de resposta.

Resultados

Entre Junho e Dezembro de 2015, 831 pacientes traumatizados foram admitidos na sala vermelha do Hospital do Subúrbio, predominantemente jovens (67,9% com menos de 40 anos) do gênero masculino (77,5%). O trauma contuso foi o mecanismo mais frequente (79,2%) e a maioria dos pacientes tiveram o RTS calculado na admissão maior que 7 (86,5%).

Avaliamos ainda, entre Setembro e Dezembro de 2015, o atendimento de 96 pacientes admitidos com choque hemorrágico traumático. A Onda Vermelha foi ativada em 39.6% destes casos. Ferimentos por arma de fogo foram mais frequentes nestes (86,5%), com uma taxa de sobrevida de 56,8%.

Os objetivos de tempo foram alcançados na maioria dos casos: 81,6% na chegada do paciente ao centro cirúrgico e coleta do laboratório e 86,8% na disponibilidade do concentrado de hemácias e plasma pela agência transfusional.

Conclusão

A Onda Vermelha mostrou-se protocolo efetivo para sistematização do tratamento inicial do paciente com choque hemorrágico, melhorando a comunicação entre os setores estratégicos envolvidos, reduzindo o tempo de resposta de cada setor e tornando o tratamento destes pacientes adequado e ágil.


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